Alívio no Horizonte? Mercado Refaz Estimativa de Inflação Pela Terceira Semana Seguida

CLIQUE AQUI | Avaliação de crédito para produtores rurais. Assessoria para obtenção de financiamentos agrícolas com taxas diferenciadas.

Uma onda de otimismo parece tomar conta do mercado financeiro brasileiro. Pela terceira semana consecutiva, analistas consultados pelo Banco Central revisaram para baixo suas projeções para a inflação de 2025. A informação consta na mais recente edição do Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira, sinalizando uma possível trajetória de arrefecimento dos preços.

O Relatório Focus aponta que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), termômetro oficial da inflação no país, deve encerrar o ano em 4,72%. Embora ainda acima da meta de 3% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, a projeção demonstra uma ligeira melhora em relação à semana anterior, quando a estimativa era de 4,8%.

“O mercado continua esperando, portanto, que a inflação estoure o teto da meta neste ano, mas por uma margem cada vez menor”, aponta o relatório. Para os anos seguintes, as expectativas permanecem relativamente estáveis, com projeções de 4,28% para 2026 e 3,9% para 2027. Em setembro, a inflação medida pelo IPCA acelerou para 0,48%, após a deflação de 0,11% em agosto.

As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) também foram atualizadas. O mercado espera um crescimento de 2,16% para 2025, mantendo a mesma projeção da semana anterior. Já para 2026, a previsão de crescimento da economia se manteve em 1,8%, enquanto para 2027, a estimativa recuou ligeiramente de 1,9% para 1,83%.

No que se refere à taxa básica de juros, a Selic, o mercado financeiro manteve suas estimativas em 15% ao ano para o fim de 2025. As projeções para 2026 e 2027 também permaneceram estáveis, em 12,25% e 10,5% ao ano, respectivamente. Quanto ao dólar, os analistas consultados pelo BC mantiveram a projeção para 2025 em R$ 5,45, com revisões marginais para os anos seguintes.

Fonte: http://www.metropoles.com