Israel identifica corpos de reféns entregues pelo Hamas em meio a negociações de cessar-fogo

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As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram a conclusão da identificação dos quatro reféns israelenses cujos corpos foram entregues pelo Hamas na segunda-feira. A ação faz parte da primeira fase do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, um desenvolvimento delicado em meio ao conflito em curso. A confirmação da identificação dos corpos representa um momento sombrio para as famílias e para a nação israelense.

A Cruz Vermelha desempenhou um papel crucial ao facilitar o transporte dos corpos de Guy Iluz, Yossi Sharabi, Bipin Joshi e Daniel Perez. Embora o Hamas tenha afirmado que 28 reféns israelenses morreram em cativeiro, até o momento, apenas os restos mortais desses quatro indivíduos foram entregues às autoridades israelenses. A disparidade entre os números alimenta tensões e levanta questões sobre as condições dos demais reféns.

O cessar-fogo, resultado da mediação de Estados Unidos, Catar e Egito, com o envolvimento direto do ex-presidente Donald Trump, visa a desmilitarização da Faixa de Gaza e o desarmamento do Hamas, conforme declarações de Trump e do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. “Este é um passo importante para trazer paz e estabilidade à região”, afirmou Trump na época da assinatura do acordo. A implementação completa do acordo é vista como um desafio complexo.

Após a conclusão da primeira fase, outros pontos do plano de paz serão abordados. O Exército israelense comunicou o falecimento aos familiares dos reféns e, até o momento, as famílias de Guy Iluz e Bipin Joshi autorizaram a divulgação de seus nomes. O processo de luto e o clamor por justiça ecoam em toda a sociedade israelense.

Guy Iluz, sequestrado em 7 de outubro de 2023 após escapar de um festival de música, teria morrido devido a ferimentos agravados pela falta de tratamento médico adequado durante o cativeiro. Já Bipin Joshi, cidadão nepalês, também foi sequestrado pelo Hamas, com a suspeita de que tenha sido assassinado nos primeiros meses da guerra. As circunstâncias de suas mortes aumentam o sofrimento e a indignação em relação ao Hamas.

Fonte: http://www.metropoles.com