A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), importante voz do setor com cerca de 80 associados, definiu sua liderança para o biênio 2026-2027. Em assembleia realizada nesta segunda-feira, Ingo Plöger foi eleito o novo presidente, sucedendo Luiz Carlos Corrêa Carvalho, que esteve à frente da entidade nos últimos quatro anos. A posse da nova diretoria está agendada para janeiro de 2026.
Ingo Plöger, com formação em engenharia e pós-graduação em ciências econômicas e ergonomia, traz uma vasta experiência para a presidência da Abag. Além de presidir o IPDES Desenvolvimento Empresarial e Institucional, ele integra conselhos de administração de diversas empresas e está envolvido com a Abag desde 2006, tendo atuado como vice-presidente nos últimos quatro anos. Sua trajetória o credencia para liderar os desafios futuros do agronegócio brasileiro.
“Queremos um agro cada vez mais competitivo, produtivo, sustentável, inovador e socialmente responsável, capaz de oferecer respostas consistentes aos desafios do Brasil e do mundo em um momento decisivo”, declarou Plöger após a eleição, sinalizando suas prioridades para a gestão. A nova diretoria da Abag também inclui Gislaine Balbinot, reeleita como diretora-executiva, e Paulo Zappa, que permanece como gerente de comunicação.
Além das lideranças já conhecidas, Giuliano Alves assume a diretoria técnica do Instituto de Estudo do Agronegócio (IEAg), acumulando a função com a gerência de Projetos e Sustentabilidade. A Abag anunciou ainda a estruturação de um Conselho Estratégico de Alto Nível, reunindo importantes nomes do agronegócio, diplomatas, técnicos e acadêmicos para auxiliar na definição de estratégias e diretrizes.
A nova diretoria da Abag para o biênio 2026-2027 conta com um time de peso, incluindo Alfredo Miguel (John Deere), Deise DallaNora (Yara) e Francila Calica (Bayer) como vice-presidentes. A lista completa dos diretores, com representantes de empresas e instituições de destaque no agronegócio, demonstra o compromisso da Abag em fortalecer o setor e promover o desenvolvimento sustentável do Brasil.
Fonte: http://www.metropoles.com






