O Ibovespa opera sob forte influência da iminente decisão do Federal Reserve (FED) e da temporada de balanços corporativos. Investidores aguardam ansiosamente os próximos passos do Banco Central americano em relação às taxas de juros, enquanto analisam os resultados financeiros das empresas para calibrar suas estratégias.
Ações chinesas atingiram o pico em 10 anos, impulsionadas por balanços robustos e a expectativa de uma reunião entre Trump e Xi. No cenário doméstico, o Santander (SANB11) superou as projeções, lucrando R$ 4 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 9,4%. O mercado também acompanha de perto as oportunidades no Day Trade, com foco no mini dólar e mini-índice.
Os preços dos combustíveis no Brasil continuam abaixo da paridade internacional, de acordo com a Abicom. Enquanto isso, o FMI alerta que a dívida dos EUA pode atingir 143% do PIB até 2030. JPMorgan vê espaço para o Ibovespa alcançar os 155 mil pontos, destacando ações consideradas “baratas”.
No cenário corporativo, a Intelbras (INTB3) reportou um lucro de R$ 147,9 milhões no 3º trimestre, um aumento de 14,3%. A Fleury expandiu sua presença no interior paulista com a compra do laboratório LSL por R$ 34 milhões. Esses eventos, juntamente com as tensões geopolíticas e a agenda política doméstica, moldam o rumo do mercado financeiro.
O Ibovespa encerrou o dia anterior com alta de 0,31%, atingindo 147.428,90 pontos, o maior patamar de fechamento da história. Os investidores continuam monitorando de perto os acontecimentos globais e locais para antecipar os próximos movimentos do mercado.
Fonte: http://www.infomoney.com.br






