Solidariedade em Meio à Destruição: França Envia Ajuda Humanitária Após o Furacão Melissa Devastar o Caribe

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Em resposta à devastação causada pelo furacão Melissa, a França anunciou o envio de ajuda humanitária à Jamaica. Kits de primeira necessidade e unidades de tratamento de água serão entregues pelas Forças Armadas Francesas, integrados ao mecanismo de proteção civil da União Europeia. O Ministério das Relações Exteriores francês expressou solidariedade aos países caribenhos afetados, sinalizando um esforço conjunto para mitigar os impactos da catástrofe.

Enquanto a ajuda internacional começa a chegar, as Bahamas suspenderam o alerta de furacão para as ilhas centrais e meridionais, bem como para as ilhas Turcas e Caicos. No entanto, a situação permanece crítica em outros locais, como Cuba, onde moradores se mobilizam para limpar as ruas tomadas por destroços. O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, descreveu os danos como “consideráveis”, com relatos de casas destruídas e falta de eletricidade.

No Haiti, embora não tenha sido atingido diretamente pelo furacão, as fortes chuvas resultaram em pelo menos 20 mortes, incluindo 10 crianças, além de 10 desaparecidos. A tragédia se estende por toda a região, com relatos de mortes também no Panamá, Jamaica e República Dominicana. A magnitude do desastre levou autoridades e organizações internacionais a intensificarem seus esforços.

O furacão Melissa, classificado como categoria 5, foi o mais poderoso a atingir a Jamaica em 90 anos, com ventos de cerca de 300 km/h. Dennis Zulu, coordenador da ONU, descreveu uma “destruição imensa, sem precedentes”, afetando infraestrutura, propriedades e redes de comunicação. O primeiro-ministro jamaicano, Andrew Holness, prometeu reconstrução e resiliência, buscando inspirar a população em meio ao caos.

A comunidade internacional se mobiliza para oferecer suporte, com os Estados Unidos enviando equipes de resgate e o Reino Unido prometendo ajuda financeira emergencial. O rei Charles III enfatizou a urgência de restaurar o equilíbrio da natureza, enquanto Simon Stiell, da ONU, mencionou a importância da COP30 no Brasil para abordar as mudanças climáticas. “Cada desastre climático é um lembrete trágico da urgência de limitar cada fração de grau de aquecimento”, alertou Stiell.

Fonte: http://www.metropoles.com