O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião nesta quinta-feira (27), a expansão dos limites para operações de crédito de estados e municípios. A medida eleva o teto de R$ 9,5 bilhões para R$ 12,1 bilhões em 2025, um acréscimo de R$ 2,6 bilhões. A decisão visa dar maior fôlego financeiro para os entes subnacionais, permitindo a realização de mais investimentos.
De acordo com o Ministério da Fazenda, a ampliação se justifica pelo fato de que os limites previamente estabelecidos para o ano corrente já estão praticamente esgotados. Essa situação demonstra a alta demanda por crédito por parte de estados e municípios, evidenciando a necessidade de ajustes para atender às demandas de investimento. A medida acompanha a dinâmica econômica e as necessidades de financiamento dos entes federativos.
Adicionalmente, o CMN deliberou sobre o aumento do sublimite para operações de crédito com garantia da União no âmbito do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Esse montante passa de R$ 2,7 bilhões para R$ 2,9 bilhões, impulsionando ainda mais os investimentos em infraestrutura e desenvolvimento. Há também um incremento no teto para operações sem garantia da União, que passa de R$ 4,3 bilhões para R$ 4,6 bilhões.
A composição do CMN, responsável por essas decisões estratégicas, é formada por figuras-chave do governo federal. Integram o Conselho o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. A atuação conjunta desses membros garante a coordenação das políticas monetária e fiscal, essenciais para o desenvolvimento econômico do país.
Fonte: http://www.infomoney.com.br






