Kevin Hassett: Conselheiro de Trump Lidera Apostas para Presidência do Fed

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As atenções do mercado financeiro se voltam para a sucessão de Jerome Powell na presidência do Federal Reserve (Fed), o Banco Central dos Estados Unidos. Com mandato de Powell se encerrando em maio de 2026, o nome de Kevin Hassett, conselheiro econômico da Casa Branca, ganha força como principal favorito para assumir o comando da autoridade monetária.

Dados da plataforma Polymarket indicam uma alta probabilidade de Hassett ser o escolhido por Donald Trump para o cargo. As apostas apontam 84% de chances do conselheiro assumir a posição, refletindo a percepção de nove em cada dez analistas de mercado.

Outros nomes como o do ex-diretor do Fed, Kevin Warsh, e o do atual diretor do BC americano, Christopher Waller, também são mencionados, mas com menor expressividade. A expectativa é que Trump anuncie sua decisão no início do próximo ano, conforme indicou em reunião na Casa Branca no início de dezembro.

“O provável sucessor de Powell na presidência do Fed estava presente”, afirmou Trump durante a apresentação de Hassett, alimentando ainda mais as especulações. A declaração sugere que a escolha já estaria encaminhada, aguardando apenas a confirmação oficial.

Kevin Hassett possui um extenso currículo na área econômica, tendo atuado como economista sênior do Fed e pesquisador do American Enterprise Institute. Ao longo de duas décadas, ele se consolidou como figura influente na formulação econômica do Partido Republicano, assessorando nomes de peso como John McCain, Mitt Romney e George W. Bush.

Durante o governo Trump, Hassett foi um dos principais defensores da política de corte de impostos e da agenda tributária. Recentemente, ele tem criticado a política monetária do Fed, questionando a lentidão na redução das taxas de juros e levantando dúvidas sobre a imparcialidade na divulgação de dados de emprego.

Atualmente, a taxa de juros nos EUA se encontra entre 3,75% e 4% ao ano, após um corte de 0,25 ponto percentual na última reunião do Fed. A maioria dos analistas aposta em novas reduções até o final de 2025, com a ferramenta FedWatch do CME Group indicando uma probabilidade de 89,2% para um novo corte de 0,25 ponto percentual na próxima reunião, agendada para os dias 9 e 10 de dezembro.

Fonte: http://www.metropoles.com