Ex-BBB Gizelly Bicalho clama por justiça após vídeo de agressão de Babal Guimarães viralizar

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A indignação tomou conta das redes sociais após a divulgação de um vídeo chocante que mostra o influenciador Babal Guimarães agredindo sua então namorada, Karla Lessa, em Maceió. A gravação, capturada por uma câmera de segurança, reacendeu o debate sobre a violência doméstica e o histórico de Guimarães em casos similares. A advogada e ex-BBB Gizelly Bicalho usou suas plataformas para expressar sua revolta e exigir uma resposta firme do Judiciário.

Gizelly Bicalho, em um vídeo no TikTok, questionou a leniência da Justiça diante da reincidência de Babal Guimarães. “Até quando a Justiça vai permitir que ele continue em liberdade?”, indagou a ex-BBB, lembrando que o influenciador já foi condenado por lesão corporal em contexto de violência doméstica e cumpre pena em regime aberto. Ela também mencionou a prisão de Guimarães em janeiro deste ano por descumprimento de medidas restritivas, da qual foi liberado para cumprir prisão domiciliar.

As imagens que circulam mostram o casal em frente a um prédio, no dia 28 de novembro, quando Babal Guimarães puxa Karla Lessa pelos cabelos e a agride com um tapa. Testemunhas relataram que o incidente ocorreu após a saída de um restaurante na Jatiúca. A câmera que registrou a agressão seria de uma amiga de Karla, que acionou o porteiro em busca de ajuda. Moradores da região prestaram auxílio à influenciadora após o ataque.

A crítica de Gizelly Bicalho se estende à ineficácia do regime aberto como medida punitiva para Babal Guimarães. Segundo ela, o influenciador demonstra não temer as consequências de seus atos. “O regime aberto não está funcionando. Ele não tem medo da Justiça”, afirmou. A advogada se solidarizou com Karla Lessa e defendeu a implementação de medidas mais rigorosas para prevenir futuros casos de violência.

A delegada Ana Luiza Nogueira, responsável pela investigação, informou que o inquérito seguirá independentemente de uma denúncia formal da vítima. Babal Guimarães pode enfrentar uma pena de até cinco anos de prisão pela agressão. As autoridades continuam investigando o caso para determinar as medidas cabíveis.

Fonte: http://baccinoticias.com.br