Jason Miller, ex-conselheiro do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, questionou os resultados da pesquisa eleitoral Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (9/10). O levantamento aponta a liderança de Lula (PT) na corrida presidencial de 2026. Miller expressou sua opinião através de uma publicação na rede social X.
Em sua declaração, Miller insinuou que a pesquisa é uma evidência de perseguição política contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. “Esta pesquisa mostra por que a perseguição política contra o presidente Jair Bolsonaro está acontecendo. Se ele estivesse perdendo por 12 pontos, seria um homem livre!”, escreveu o ex-conselheiro de Trump. Ele ainda apelou ao Congresso brasileiro para que interrompa o que chamou de “guerra jurídica” do ministro do STF Alexandre de Moraes e aprove uma anistia total para os “presos políticos”.
De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, Lula lidera as intenções de voto com 35%, enquanto Bolsonaro aparece em segundo lugar com 26%. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), surge em seguida com 10%. Outros candidatos como Ciro Gomes (PDT), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil) registram percentuais menores.
Mesmo diante de outros cenários hipotéticos, incluindo a participação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula se mantém como o favorito entre os eleitores, segundo a pesquisa. Vale destacar que a declaração de Miller ocorre em um período de reaproximação entre o governo dos EUA e o Brasil.
Recentemente, Trump e Lula conversaram por telefone e agendaram um encontro para breve. O ex-presidente americano chegou a elogiar Lula, descrevendo-o como “um bom homem”. A aparente contradição entre o discurso de Miller e a postura mais amena de Trump em relação a Lula levanta questionamentos sobre as dinâmicas políticas em jogo.
Fonte: http://www.metropoles.com






