Samuel Lee Smithers, conhecido como o “Diácono da Morte”, foi executado na noite de terça-feira, na Penitenciária Estadual da Flórida. A execução por injeção letal ocorreu após sua condenação pelos assassinatos de duas mulheres em 1996, marcando a 14ª execução no estado este ano. O caso, que chocou a comunidade, teve um longo processo legal até o cumprimento da pena.
Smithers, um diácono batista à época dos crimes, foi condenado em 1999 por duas acusações de homicídio em primeiro grau, resultando na sentença de morte. O mandado de execução foi assinado pelo governador da Flórida, Ron DeSantis, confirmando a decisão judicial. Os crimes hediondos, que incluíram espancamento e estrangulamento, culminaram com o abandono dos corpos das vítimas em um lago.
Antes da execução, a defesa de Smithers apresentou um último recurso, argumentando que sua idade avançada, 73 anos, deveria ser um fator atenuante. No entanto, os juízes rejeitaram o argumento, estabelecendo que a idade não isenta um condenado da pena de morte. A decisão final abriu caminho para a execução, encerrando um capítulo sombrio na história criminal da Flórida.
A organização Floridianos por Alternativas à Pena de Morte manifestou sua discordância com a execução. Em comunicado, o grupo afirmou: “Matamos um homem que não representava absolutamente nenhuma ameaça a ninguém”, ressaltando o debate contínuo sobre a pena capital e suas aplicações. O caso reacende a discussão sobre a justiça e a proporcionalidade das punições nos Estados Unidos.
Fonte: http://www.metropoles.com






