Escalada Nuclear: EUA Consideram Retomada de Testes, Aumentando Tensão Global

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A possibilidade de os Estados Unidos retomarem os testes de armas nucleares, após mais de três décadas de suspensão, reacendeu o debate sobre a segurança global e a estratégia de dissuasão entre as grandes potências. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, declarou na quinta-feira que a retomada é crucial para garantir a eficácia do arsenal nuclear americano, ecoando uma ordem anterior do presidente Donald Trump ao Pentágono para reiniciar o programa.

Vance enfatizou a necessidade de assegurar a confiabilidade das armas ao longo do tempo, embora sem detalhar como seriam realizados os testes. A decisão de Trump, anunciada na plataforma Truth Social durante sua viagem à Coreia do Sul, visa garantir uma “igualdade estratégica” com a Rússia e a China, justificando a urgência na retomada dos testes nucleares. Este movimento representa uma mudança significativa na política nuclear dos EUA.

A resposta internacional não tardou. Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, alertou que a Rússia responderá proporcionalmente caso os EUA abandonem a moratória nuclear, reafirmando as declarações anteriores do presidente Vladimir Putin sobre o tema. A China, por sua vez, instou Washington a cumprir seus compromissos com o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares e a trabalhar para manter o equilíbrio global.

Paralelamente, a Ucrânia busca fortalecer suas defesas. O presidente Volodymyr Zelensky solicitou a Donald Trump o envio de mísseis Tomahawk, armamentos de longo alcance e alta precisão, considerados difíceis de detectar por radares. No entanto, após uma conversa telefônica com Vladimir Putin, Trump adotou uma postura mais cautelosa em relação ao envio dos mísseis, demonstrando a complexidade das relações e os riscos de escalada.

A decisão de Trump e a busca por armamento estratégico por parte da Ucrânia intensificam as preocupações globais. A possível retomada dos testes nucleares pelos EUA, juntamente com as tensões geopolíticas existentes, eleva o risco de uma nova corrida armamentista nuclear, com consequências imprevisíveis para a segurança mundial.

Fonte: http://www.metropoles.com