O governo de Donald Trump planeja expandir significativamente suas restrições de entrada nos Estados Unidos, podendo banir cidadãos de mais de 30 países. A medida representa um endurecimento adicional da política migratória, já marcada por proibições anteriores a visitantes de 12 e, posteriormente, sete nações.
A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, revelou a intenção em entrevista à Fox News, indicando que o presidente Trump está avaliando a inclusão de novos países na lista de restrições. Embora o número exato de países não tenha sido divulgado, a secretária Noem enfatizou que a análise continua em curso.
Noem relatou que o tema foi discutido em reunião com Trump, onde ela teria feito declarações controversas sobre imigrantes. Suas falas, carregadas de termos pejorativos, sugerem uma visão radical sobre a imigração e a necessidade de restringir a entrada de estrangeiros.
A medida em estudo prevê uma proibição abrangente, afetando desde turistas até pessoas que pretendem residir permanentemente nos EUA. A extensão total das restrições e os países que serão afetados ainda não foram oficialmente divulgados, gerando incerteza e preocupação em diversas nações.
Recentemente, Trump sinalizou a intenção de suspender a entrada de pessoas de países considerados como “de terceiro mundo”. Em postagem na rede social Truth Social, o presidente expressou o desejo de que o sistema americano se recupere, sugerindo que a imigração desses países seria um obstáculo. Essa declaração gerou críticas e debates sobre o uso de termos considerados pejorativos e a visão do governo sobre países em desenvolvimento.
Em paralelo, o governo Trump suspendeu recentemente pedidos de imigração, asilo e green card de cidadãos de 19 países. A medida, que afeta até mesmo pessoas já em território americano com vistos e autorizações em análise, foi justificada após um incidente de violência envolvendo um imigrante afegão.
As ações refletem uma postura mais rigorosa em relação à imigração, com o governo Trump prometendo revisar políticas consideradas falhas. As operações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) têm sido intensificadas, resultando em um aumento no número de detenções de estrangeiros em situação irregular.
Fonte: http://www.metropoles.com






