O apresentador Otávio Mesquita moveu uma ação judicial contra Juliana Oliveira, ex-assistente de palco do programa “The Noite”, após ser acusado de estupro. O processo, em trâmite na 11ª Vara Cível de São Paulo, busca indenização por danos morais e uma retratação pública por parte de Juliana, caso a decisão seja favorável a Mesquita. A informação foi confirmada pelo apresentador ao BacciNotícias, que, de forma sucinta, declarou: “Só antecipo que ela perdeu”.
O cerne da disputa judicial reside na alegação de Mesquita de que a repercussão das acusações afetou sua imagem profissional e pessoal de maneira irreversível. Por isso, ele busca, além da indenização, que Juliana seja legalmente compelida a se retratar publicamente, caso vença a ação. A defesa do apresentador nega veementemente todas as acusações, argumentando que a interação entre Mesquita e Juliana no palco foi parte de um quadro humorístico previamente combinado.
A defesa de Mesquita sustenta que não houve abuso, classificando o episódio como uma encenação humorística previamente acordada. O apresentador pede R$ 50 mil de indenização por danos morais e afirma que, caso receba o valor, o destinará a doações. A reportagem tentou contato com Juliana Oliveira, mas não obteve resposta até o momento, deixando o espaço aberto para sua manifestação.
Em depoimento à polícia, Juliana Oliveira relatou que, durante uma gravação do programa em abril de 2016, Otávio Mesquita a teria tocado de forma inadequada, segurando-a pelas pernas e simulando ato sexual sem seu consentimento. Segundo ela, a situação causou constrangimento e impactou negativamente sua trajetória no SBT. Juliana afirma ter buscado apoio interno na emissora, sem sucesso.
Juliana Oliveira contra-atacou judicialmente, ingressando com uma reconvenção no mesmo processo, solicitando R$ 150 mil em reparação. Sua defesa argumenta que, além do trauma relatado, houve agravamento do dano moral devido à negativa pública de Mesquita sobre o ocorrido. A defesa de Juliana afirma possuir elementos que corroboram sua versão dos fatos apresentada à polícia.
O caso segue sob análise da Justiça e investigação da Polícia Civil, com acompanhamento do Ministério Público. Ainda não há data definida para audiência ou julgamento. A decisão judicial poderá determinar o pagamento de indenizações e se Juliana deverá cumprir a exigência de retratação nas redes sociais.
Fonte: http://baccinoticias.com.br






