Rio de Janeiro Implementa Rede de Vigilância com IA: Supercâmeras e Pórticos para Reforçar a Segurança

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O Rio de Janeiro está prestes a transformar seu sistema de segurança pública com a instalação de uma rede de supercâmeras inteligentes e pórticos digitais. A iniciativa, parte da expansão do Centro de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (Civitas), promete monitorar a cidade com tecnologia de ponta, identificando milhares de situações simultaneamente. O objetivo é integrar o sistema ao Centro de Operações Rio (COR), otimizando a resposta das forças de segurança e combatendo a criminalidade.

De acordo com a prefeitura, a tecnologia utilizará inteligência artificial para analisar imagens em tempo real, superando a capacidade humana de monitoramento. Enquanto um operador consegue identificar poucas ocorrências simultaneamente, o novo sistema poderá detectar milhares em segundos. “Essa é uma força de instrumento para auxiliar as forças de segurança. A análise em tempo real é uma novidade e permite uma atuação mais ágil”, destacou o prefeito Eduardo Paes.

O sistema também permitirá buscas biométricas e rastreamento inteligente de veículos e pessoas, auxiliando em investigações criminais. Através das características visuais captadas pelas câmeras, será possível rastrear suspeitos e levantar informações sobre sua movimentação. Davi Carreiro, chefe executivo da Civitas, explicou: “O sistema consegue levantar a movimentação de um veículo suspeito. Num primeiro momento, temos apenas as características, mas a partir disso conseguimos rastrear e localizar”.

Além do combate à criminalidade, a prefeitura pretende utilizar a tecnologia para fiscalização urbana, punindo infrações como descarte irregular de lixo e circulação de veículos em locais proibidos. Eduardo Paes enfatizou que a cidade estará de olho em quem comete irregularidades. Os primeiros 16 pórticos digitais devem ser instalados até março de 2026, com a meta de alcançar 56 unidades em dois anos.

O investimento no projeto é de aproximadamente R$ 180 milhões por ano, viabilizado por meio de uma parceria público-privada. A expectativa é que as novas câmeras estejam em plena operação no primeiro semestre de 2026, após um período de testes e ajustes. A prefeitura garante que o sistema será operado por funcionários públicos, assegurando a segurança e o sigilo dos dados.

Fonte: http://www.infomoney.com.br