Sandrão Desmente ‘Gaiola do Amor’ em Tremembé e Revela Detalhes da Vida na Prisão

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Sandra Regina Ruiz Gomes, conhecida como Sandrão, contestou a existência da famosa “gaiola do amor” na Penitenciária de Tremembé, desmistificando a imagem popularizada pela série do Amazon Prime Video. Em entrevista ao Domingo Espetacular, a ex-detenta negou que casais tivessem um espaço exclusivo na unidade prisional. Sua declaração lança uma nova luz sobre a realidade da vida íntima dentro da penitenciária.

Sandrão explicou que, quando duas detentas estabeleciam um relacionamento, a única mudança permitida era a divisão da mesma cela, sob rígidas regras de conduta. “Quando você está com alguém, uma passa a responder pela outra. A gente troca de cela e cada uma tem sua cama. Não pode fazer nada explícito. Depois que a luz apaga, fecha a cortina e dorme junto”, detalhou ela, revelando a dinâmica sutil dos relacionamentos na prisão.

A ex-detenta também criticou a representação de sua trajetória na série, que a mostra dividindo cela com Suzane von Richthofen. Ela afirma que a produção exagerou em diversos pontos, criando elementos fictícios sobre sua vida e relacionamentos na prisão. Sandrão enfatizou que a imagem construída sobre ela dentro da prisão não reflete sua verdadeira personalidade fora dali.

Ao abordar sua reputação na unidade prisional, Sandrão fez questão de ressaltar que a persona de “Sandrão” não corresponde a quem ela é fora dos muros da penitenciária. “Sempre fui uma pessoa ligada à minha família. O que criaram sobre mim nasceu dentro da prisão”, declarou. Ela também mencionou o impacto da disciplina carcerária em sua vida.

A disciplina da penitenciária, segundo Sandrão, promoveu uma mudança significativa em sua perspectiva de vida. “Tremembé fez eu virar gente. Lá existem regras, e você precisa seguir. Quem está em Tremembé não quer sair de lá”, afirmou, destacando a influência do ambiente prisional em sua transformação pessoal. A declaração surpreende ao revelar uma visão positiva da vida em Tremembé.

Por fim, Sandrão abordou sua participação no caso da morte de Tallisson, um jovem de 14 anos. Embora tenha admitido envolvimento na cobrança feita à família do menino, ela negou ter sido a autora do disparo fatal. “Eu não matei ele. Eu fiz a ligação. Participei de um crime, mas não dei ordem para matar. Eu não estava lá. A dor que isso causou é algo que não tem medida. Uma mãe perdeu um filho”, lamentou. Em um pedido de desculpas à família do jovem, Sandrão expressou: “Não sei se eles gostariam de ouvir. Mas a única coisa que consigo dizer é: me desculpa, por ter feito parte de algo que causou tanta dor.”

Fonte: http://baccinoticias.com.br