O tremor de magnitude 7,8, com epicentro na Passagem de Drake, entre a América do Sul e a Antártida, gerou apreensão e acionou alertas de tsunami na sexta-feira (10/10). Autoridades de emergência monitoraram a situação com atenção, temendo o impacto de possíveis ondas gigantes.
Apesar da preocupação inicial, a avaliação das autoridades indicou baixa probabilidade de que o tsunami atingisse áreas costeiras densamente povoadas. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico e a SHOA, autoridade marítima do Chile, emitiram alertas que foram rapidamente revistos.
“A rápida resposta e avaliação das autoridades foram cruciais para evitar pânico e garantir a segurança da população”, comentou um especialista em desastres naturais. O Chile chegou a alertar sobre possíveis impactos em bases militares na Antártida e no Cabo Horn, mas a ameaça foi descartada pouco depois.
O episódio serve como um lembrete da importância do monitoramento constante de atividades sísmicas em regiões propensas a terremotos e tsunamis. A prontidão e a comunicação eficaz são ferramentas essenciais para mitigar os riscos e proteger as comunidades costeiras.
Fonte: http://www.metropoles.com






