Assessores e aliados do ex-presidente Donald Trump apontam Kevin Hassett, ex-diretor do Conselho Econômico Nacional, como o principal candidato para assumir a presidência do Federal Reserve (Fed). A busca por um novo líder para o banco central americano entra em sua fase final, e Hassett surge como um nome de confiança para Trump.
A escolha de Hassett representaria um alinhamento estratégico, trazendo para o Fed alguém que compartilha a visão de Trump sobre a necessidade de cortes nas taxas de juros. Essa perspectiva ecoa os desejos do ex-presidente, que busca influenciar a política monetária há anos. Contudo, a imprevisibilidade de Trump ressalta que nada está definido até o anúncio oficial.
Conforme Karoline Leavitt, secretária de imprensa da Casa Branca, declarou: “ninguém realmente sabe o que o presidente Trump fará até que ele faça. Aguardem!”. Nomeações para a presidência do Fed são mecanismos cruciais para que um presidente influencie o banco central. Trump nomeou Jerome Powell em seu primeiro mandato, mas se frustrou com a lentidão nos cortes de juros.
Hassett, por sua vez, já expressou publicamente sua inclinação por uma política monetária mais flexível. Em entrevista à Fox News, ele afirmou que “cortaria juros agora” se estivesse no comando do Fed, argumentando que os dados econômicos justificam essa medida. Ele também criticou o Fed por perder o controle da inflação.
A pressão recai agora sobre Scott Bessent, secretário do Tesouro, encarregado de encontrar um nome que agrade tanto Trump quanto o mercado financeiro. A escolha ideal deve equilibrar o desejo por juros mais baixos com a necessidade de manter a confiança e a estabilidade econômica. A decisão final promete ser um ponto crucial para o futuro da política monetária americana.
Fonte: http://www.infomoney.com.br






