Uma nova variante do coronavírus, identificada cientificamente como XFG, tem se propagado na França nas últimas semanas. A cepa, que já recebeu apelidos como ‘Frankenstein’ devido à sua natureza híbrida, surge em um momento em que o país se prepara para iniciar uma nova campanha de vacinação contra a Covid-19, programada para 14 de outubro.
O apelido ‘Frankenstein’ se deve à combinação de diferentes cepas do coronavírus, conforme explica Antoine Flahault, professor de Saúde Pública da Universidade de Genebra, em entrevista à RFI. “Ela tem dois apelidos. Alguns a chamam de Stratus e outros de ‘Frankenstein’, provavelmente porque é uma espécie de híbrido de subvariantes”, detalha o especialista.
Apesar do nome que evoca temor, Flahault pondera sobre a necessidade de pânico. “Ainda é Covid-19. Não estou dizendo que é algo banal, mas não há motivo para dar a ela um nome que cause pânico”, afirma. Ele compara a situação com as ondas de gripe, que também impactam a sociedade, especialmente os idosos.
De acordo com o professor, a onda da variante XFG nos Estados Unidos parece estar atingindo seu pico, sem apresentar um aumento tão expressivo quanto as ondas anteriores. Ele projeta que a Europa possa alcançar o pico da onda em meados de outubro, seguido por um declínio.
Os sintomas associados à variante XFG são semelhantes aos da gripe comum, segundo Antoine Flahault. Para mais informações, os interessados podem acessar a cobertura completa da RFI, parceira do Metrópoles.
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